Suspeito de matar professor universitário em Abelardo Luz tem identidade divulgada pela Polícia Civil

Um homem suspeito de ter assassinado o professor universitário Robson Olivino Paim, no município de Abelardo Luz, no Oeste de Santa Catarina, teve a identidade divulgada pela Polícia Civil do Paraná neste domingo, dia 16. O crime ocorreu no dia 17 de abril. O autor do crime foi identificado como José Tiago Correia Soroka. Segundo informações da Polícia Civil, ele é suspeito de ter matado outros dois homens, em Curitiba, no Paraná, e tentado cometer o mesmo crime contra um terceiro homem, na mesma cidade. Familiares encontraram Robson, de 35 anos, morto na noite de sábado, dia 17 de abril, no Bairro Santa Luzia, em Abelardo Luz. O corpo estava em cima da cama. A principal suspeita era de latrocínio (roubo seguido de morte), já que o carro do professor, um Ford Ecosport, não foi localizado na garagem.

De acordo com a nota divulgada pela Polícia, José também é é investigado pelas mortes de David Júnior Alves Levisio, ocorrida no dia 27 de abril, e Marco Vinício Bozzana da Fonseca, morto no dia 4 de maio. Os outros crimes aconteceram em Curitiba, capital do Paraná.

Em Santa Catarina, ele é suspeito de ter tirado a vida de Robson e, após o crime, ter roubado o carro dele. O homem tem mandados de prisão temporária em aberto pelos crimes. Os crimes são tratados pela Polícia Civil como latrocínios.

Segundo a Polícia Civil, as três vítimas eram homossexuais. Os policias informaram que, ainda no dia 11 de maio, o homem tentou matar mais um homossexual, no bairro Bigorrilho, em Curitiba. Na ocasião, a vítima conseguiu resistir ao ataque, mas teve alguns bens subtraídos.

Os crimes

A Polícia Civil informou que as três vítimas eram homossexuais e moravam sozinhas. Robson e os outros dois homens foram encontrados mortos na cama das próprias residências, com sinais de asfixia, e tiveram pertences roubados.

De acordo com as investigações, o suspeito marcava os encontros com os homens por aplicativos de relacionamento. A Polícia aponta que, em um primeiro momento, o homem trocava fotos com as vítimas, e depois se deslocava até as residências. No local, ele estrangulava as vítimas e as cobria com cobertas.

Inicialmente os casos foram tratados como homicídio pela Polícia Civil. Entretanto, foram identificados pertences subtraídos dos locais onde os crimes aconteceram. As investigações de alta complexidade foram feitas pela Polícia Civil do Paraná, com apoio da Polícia Civil de Santa Catarina, para identificar os suspeitos.

Denúncias

A Polícia Civil do Paraná solicita à sociedade que colabore com informações que auxiliem na localização do procurado. As denúncias podem ser feitas de forma anônima pelos telefones 197 da PCPR, 181 Disque Denúncia ou pelo 0800-643-1121, diretamente à equipe de investigação.

Com informações do ClicRDC
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